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7 Filmes sobre empreendedorismo para assistir

Que tal aproveitar  para preparar o espírito para novos projetos e grandes ideias? Esse é o momento certo para planejar os passos futuros. Uma boa forma de recuperar as forças e se divertir é assistindo a bons filmes. Por isso, nós separamos 7 longas-metragens sobre empreendedorismo que podem inspirar seus negócios.

1) Jerry Maguire – A Grande Virada (1996)

Escrito e dirigido por Cameron Crowe, o filme é uma jornada pessoal que gira em torno do agente esportivo Jerry Maguire (Tom Cruise). Depois de uma crise de consciência, Maguire escreve um memorando defendendo que os profissionais cuidem de seus clientes de uma forma mais humana. Por praticar valores diferentes daqueles vistos no mercado, Maguire é demitido. Agora, com apenas um cliente, ele precisa criar uma nova forma de fazer negócios para vencer o fracasso profissional.

2) À Procura da Felicidade (2006)

Protagonizado pelo astro Will Smith, o filme conta a história real de Christopher Gardner, pai de família cheio de problemas financeiros que chegou a morar na rua com o filho pequeno até virar o jogo. Depois de muito esforço, Gardner virou milionário e se transformou em mito em Wall Street. O filme conta essa história e ensina que a persistência é a palavra-chave na hora de alcançar nossos sonhos.

3) A Rede Social (2010)

O filme reconstitui a história da formação do Facebook paralelamente ao longo processo entre Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin durante os primeiros anos da empresa. A história retrata a concepção de uma ideia bilionária, os primeiros passos da empresa e o relacionamento entre o líder Zuckerberg com outros funcionários. É um filme provocativo, que faz pensar sobre os limites das redes sociais e sobre o impacto que uma ideia pode ter no círculo social dos empreendedores.

4) Wall Street – poder e cobiça (1987)

O filme trata sobre o mundo de Wall Street e a cobiça pelo poder. A história acompanha a vida de um corretor ambicioso que vira discípulo do bilionário inescrupuloso Gordon Gekko (vivido por Michael Douglas). É um filme para refletir sobre poder, sacrifícios e riscos que estamos dispostos a fazer no mundo empresarial.

5) O Poderoso Chefão (1972)

A saga da família Corleone vai direto ao centro do mundo da máfia nos Estados Unidos. No filme – que foi baseado no livro homônimo de Mário Puzzo -, os mafiosos são homens de negócios em busca do sucesso para seus empreendimentos. É uma metáfora sobre a busca por oportunidades, empreendedorismo e trabalho em família.

6) Piratas do Vale do Silício (1999)

Até que ponto a rivalidade é um elemento que pode ajudar a alavancar os negócios? Esse é um tema presente no filme “Piratas do Vale do Silício”, que retrata os anos da juventude de Steve Jobs e Bill Gates, que se tornariam os gigantes da informática do planeta. Para os empreendedores, é uma boa reflexão sobre a necessidade de desenvolver ideias mesmo quando não há condições favoráveis à disposição.

7) Um Sonho de Liberdade (1994)

Esse filme inspirador conta a trajetória de um banqueiro preso injustamente e suas estratégias para tentar escapar da prisão perpétua. Trata-se de uma bonita narrativa sobre luta e esperança. Assim como na vida dos negócios, é preciso lutar todos os dias para alcançar nossos objetivos.

Gostou? Agora é só preparar a pipoca e bons filmes! Fique à vontade para contar as lições que você aprendeu com esses filmes para nós no e-mail contato@capitalsocial.cnt.br!

Gestão e planejamento financeiro: como começar?

Um dos grandes desafios das empresas de pequeno e médio porte é realizar a gestão financeira de forma organizada e correta. Afinal, não ter um planejamento financeiro pode diminuir o ritmo de crescimento do negócio.

A “estratégia” básica utilizada para gestão de muitas empresas acaba sendo a resolução de demandas do dia a dia, sem pensar sobre os caminhos que estão sendo tomados e sem avaliar a posição do negócio, suas potencialidades e pontos fracos. Esse comportamento pode até aumentar o fluxo de caixa em curto prazo, porém, acaba impedindo o desenvolvimento ao passar dos anos.

Mas a pergunta é: quais seriam os primeiros e principais passos para colocar em prática um plano e, ao mesmo tempo, melhorar os resultados da empresa?

Como começar o planejamento financeiro

Em primeiro lugar, a empresa precisa definir todo um pensamento estratégico. Para conseguir chegar a esse ponto, é necessário que seja elaborado um planejamento estratégico para os cinco anos seguintes.

A partir dessas metas estabelecidas, os empreendedores poderão tomar decisões mais efetivas, tanto avaliando quanto definindo caminhos. Também poderão perceber se as escolhas estão influenciando positivamente no crescimento da corporação – e na melhoria da rentabilidade.

Pensamento tático

Depois de uma boa estratégia, vem a tática. No mundo dos negócios, a melhor forma de se pensar taticamente é com um orçamento bem elaborado, que deverá ser articulado em uma visão mensal e anual. Essa visão permitirá equilibrar despesas e receitas, além de projetar o balanço da corporação para ampliar geração de capital de giro. Aqui também deve-se levar em conta como posicionar melhor a empresa no mercado – via ações de marketing e estratégias de vendas – assim como analisar se a rentabilidade da empresa está sendo bem desenvolvida.

Uma forma de colocar tudo isso em prática é buscar maneiras de se compensar (sobretudo, mas não só financeiramente) os colaboradores, para que cada um se empenhe em sua área, atingindo os resultados programados. Essas variáveis financeiras devem ser computadas no orçamento, além das obrigações trabalhistas mais usuais.

Acompanhamento periódico

Através de diversos tipos de instrumento, o acompanhamento deve ser mensal, analisando se tem sido possível executar o que se pretendia. Caso os resultados estejam desfavoráveis, é recomendado pensar em correções eficazes, para manter contínuo o crescimento dos negócios. Por essas e muitas outras razões, o fluxo de caixa acaba sendo apenas um de muitos aspectos a se observar.

A rentabilidade deve ser avaliada em elementos como o giro de vendas, por exemplo, para que se perceba quais itens estão trazendo retorno positivo de conversão e quais precisam ser reposicionados ou substituídos.

As demonstrações contábeis é outro aspecto de grande importância. Por meio de seu estudo, o gestor tem um retrato da situação da empresa em relação a dívidas e ativos. Consegue ver onde o dinheiro foi aplicado, quais sãos principais custos e despesas. Essa avaliação periódica pode previnir crises e antecipar oportunidades de investimento.

Por fim, saber como anda o caixa e os empréstimos é imprescindível. Não é recomendado que comprometer mais de ¼ do lucro operacional com o pagamento de juros, pois isso criará um grande entrave ao crescimento do negócio. Uma margem de segurança interessante é a de manter investido – em fundos ou aplicações que apresentem liquidez imediata – ao menos 50% do volume de vendas de um mês. Isso representará uma maneira de evitar riscos ao patrimônio da empresa, caso ocorra algum imprevisto de mercado.

Por fim, fazer um bom planejamento financeiro é importante para o desenvolvimento da empresa, não uma obrigação.

Você tem alguma dúvida sobre como tirar o seu planejamento financeiro do papel? Escreva para nós no e-mail contato@capitalsocial.cnt.br.

 

Como funciona a contabilidade de uma cooperativa?

Uma cooperativa é uma associação de pessoas que têm interesses em comum e unem-se de forma democrática e organizada, tendo como principal função a prestação de serviços. Mesmo diferenciando-se das empresas de forma geral, uma cooperativa também precisa ter a sua escrituração contábil. Isso é lei e serve para qualquer tipo de cooperativa, mesmo as pequenas. É importante, então, conhecer e estar atento às peculiaridades da gestão dessas instituições. Vamos conhecer algumas delas?

1. Tipo de atividade

A contabilidade das cooperativas tem relação direta com o tipo de atividade, que pode ser tanto atividade cooperativas (ou atos cooperados) quanto não cooperativas (ou atos não cooperados). A primeira é a praticada entre a cooperativa e seus associados. A outra são as atividades que são realizadas fora do seu objetivo e, dependendo do caso, as entradas e saídas podem ser passíveis de tributação.

2. Nomenclatura contábil

O item anterior interfere na própria nomenclatura contábil – os atos cooperados terão sobras ou perdas enquanto os não cooperados terão lucros ou prejuízos.

3. Assessoria contábil

A cooperativa é formada por cotas partes (o seu capital social) e a qualquer momento pode ser admitido um novo sócio. Há ainda as ocasiões da saída de algum associado. Assim, é realmente necessária uma assessoria contábil bem próxima, para acompanhar essas alterações.

4. Fundos de reserva

A escrituração contábil de uma sociedade cooperativa prevê a criação obrigatória de Fundos de Reserva, com a finalidade de cobrir possíveis perdas em um exercício, em se tratando dos atos cooperados.

5. Rateios

Havendo perdas nos resultados de atos não cooperados e não havendo reserva legal suficiente para cobrir essas perdas, o saldo será rateado entre os associados.

Essas são apenas algumas das particularidades de uma associação cooperativa. Portanto, essas instituições não são tão livres de burocracia quanto se possa imaginar. É aí que a assessoria contábil entra: para fazer com que a cooperativa esteja totalmente legalizada e dentro das regras de sua especificidade.

Um outro papel da contabilidade é agir como a gestora de informações, contribuindo com indicadores para que se chegue a uma boa gestão, indicando formas de reduzir impostos ou melhorar os resultados da cooperativa. E mesmo para fornecer periodicamente os resultados da cooperativa dentro do seu setor de atuação.

Você tem outras curiosidades sobre a contabilidade de cooperativas? Compartilhe com a gente no email contato@capitalsocial.cnt.br. Teremos prazer em respondê-lo!

 

Cuidados que todas as empresas precisam ter para evitar multas

Cuidar da gestão contábil e fiscal: esse é o ponto principal que toda empresa precisa ter quando o assunto é reduzir impostos, dentro da legalidade, e escapar do risco da incidência de multas – verdadeiras armadilhas criadas por erros e falta de informação adequada. Afinal, diferente do leão da foto, o leão do imposto não é um brinquedo.

Compartilho com vocês, empresários e empreendedores, algumas informações relacionadas a esse mundo contábil e fiscal, uma vez que hoje, em função do desenvolvimento tecnológico, o fisco já conhece as operações da empresa. Portanto, é preciso ficar atento: erros nas declarações e/ou na emissão de nota fiscal são facilmente detectados por conta do cruzamento das informações.

Adesão ao sistema digital

A arrecadação de impostos federais bate um recorde atrás do outro. Com a informatização, tem sido cada vez mais fácil para o fisco checar dados e cruzar informações entre as receitas federais e estaduais para encontrar falhas pequenas, mas que rendem multas altas.

Um dos problemas mais comuns é a desinformação sobre o Sistema Público de Escrituração Digital, o Sped. Com este sistema, o governo tem todos os detalhes das negociações envolvendo a empresa e, se encontrar alguma informação incoerente, pode agir na mesma hora, aplicando multas muitas vezes bem severas.

Guarde bem os arquivos digitais da sua empresa

As empresas obrigadas a emitir Nota Fiscal Eletrônica precisam enviar uma cópia da para o cliente, mas também tem de guardar todos os arquivos digitais e devidamente validados em formato XML. Caso uma fiscalização ocorra, os documentos em papel não terão valor algum para este novo mundo das informações digitais.

As informações constantes da NF-e precisam estar totalmente corretas, mesmo que este documento reúna mais de 200 campos de preenchimento. Pequenas divergências geram multas, principalmente quanto àquelas informações armazenadas nos órgãos oficiais. Caracteres trocados e divergências de informação quanto ao endereço, são erros simples ou até inocentes, mas que poderão gerar gastos imprevistos.

Diferenças entre NF-e e Danfe

A Danfe (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é um certificado válido apenas para transporte de mercadorias e não equivale à Nota Fiscal. Precisa ser guardado apenas pelas empresas que ainda não estão participando da NF-e. Vale lembrar que o valor da operação pode ser o mesmo da multa aplicada se o total da NF-e for menor do que o total do Danfe, pois este tipo de prática é caracterizada como sonegação de impostos.

Escritório de contabilidade: um aliado no cumprimento das obrigações perante o fisco e na gestão da empresa

Apresentar as informações previstas e no tempo adequado são exigências do fisco, que vem apertando o cerco a cada ano que passa. Fique atento aos prazos determinados pelo Sped Fiscal, Sped Contribuições, Sped Contábil e ao E-Social. O atraso no envio das informações solicitadas pelo governo ou possíveis erros contidos nas declarações costumam gerar aquela desagradável “arrecadação a mais”.

É sempre bom contar com um escritório de contabilidade ágil e competente para melhorar os resultados da empresa. Cuide da gestão do seu negócio, livre-se de perdas e alcance voos melhores e mais altos.

Sua empresa ainda não está com todos os documentos e processos em dia? Conte para nós (contato@capitalsocial.cnt.br) quais os principais desafios que vocês enfrentam!

 

Como preparar minha empresa para crescer

Todo negócio tem um objetivo: crescer e ser sustentável ao longo do tempo. Essa busca compreende todos os setores da empresa, que precisam trabalhar de forma integrada para atingir o sucesso. Por isso todas as áreas e processos são importantes, inclusive a gestão contábil, que é responsável pelo crescimento financeiro da empresa de forma organizada.

Delegar a atividade para um escritório de contabilidade ou ter uma equipe interna é uma questão de opção do empreendedor, mas o que a empresa tem que ter muito bem estabelecido são as diretrizes que norteiam a sua atividade. Essas diretrizes podem determinar o aumento ou a redução de lucros da empresa, influenciando diretamente na sua sustentabilidade.

Vamos conferir alguns pontos importantes a serem seguidos para qualquer empresa que está se preparando para crescer?

Gestão responsável

Uma empresa que possui uma gestão contábil responsável garante tranquilidade nas suas ações, sem se preocupar com fiscalizações de órgãos reguladores ou problemas com o fisco. Além de manter a equipe trabalhando em sinergia, com todo afinco, a empresa se mantém apta a receber qualquer tipo de financiamento, podendo aproveitar oportunidades de mercado para crescer.

Redução de impostos

Uma boa equipe de contadores e assistentes financeiros sabe qual a melhor forma de fazer o planejamento tributário da empresa, levando o ramo de atividade e os planos de crescimento. Além disso, a empresa que investe em ações sociais pode reduzir seus impostos contribuindo com instituições e iniciativas não-governamentais, o que também se torna algo bastante proveitoso para o empreendedor e os projetos com os quais decide colaborar.

Obrigações trabalhistas

O setor de contabilidade de uma empresa é responsável por manter em dia as obrigações trabalhistas referentes a todos os empregados. Fazer uma boa gestão deste processo evita que a empresa venha a ter problemas com a justiça em virtude de ações judiciais de ex-funcionários. Este é um trabalho minucioso, que requer atenção e muito conhecimento da legislação trabalhista, desde o momento da seleção até o eventual fim do contrato. Por isso o pessoal da contabilidade deve estar afinado com estes conceitos.

Viu como o crescimento dos negócios não depende apenas do departamento de vendas? É um um esforço conjunto de toda a empresa, em especial do departamento de contabilidade, que tem em mãos toda a vida financeira da empresa. Suas atividades impactam todos os setores de uma organização. Por isso, esta equipe deve ser valorizada sempre!

Que cuidados sua empresa toma para crescer de forma sustentável? Compartilhe suas dicas com a gente nas redes sociais!

 

Como ter uma boa gestão de tempo

Certamente você já ouviu a expressão “tempo é dinheiro”. E não é à toa que ela é tão conhecida no mundo inteiro. Uma gestão de tempo eficiente resulta em melhor desempenho no trabalho, o que acaba sempre gerando mais produtividade. Logo, mais dinheiro. Caso contrário, você irá justamente desperdiçar seu tempo, consequentemente seu dinheiro.

No entanto, por mais conhecida que essa ideia seja, a grande maioria das empresas não possui um bom planejamento de gestão de tempo. E se para melhorar a produtividade de sua empresa e equipe só é possível a partir de um bom planejamento, então segue algumas dicas:

1) Estabeleça um fluxo de trabalho eficiente

Alguns empresários esperam que seus colaboradores sejam capazes de desenvolver diversas tarefas ao mesmo tempo. Contudo, a chave para uma gestão de tempo eficiente não consiste na habilidade em ser multitarefa, mas na capacidade de estabelecer um fluxo de trabalho eficiente. Várias pessoas também produzirão mais, trabalhando em salas particulares, que em ambientes tumultuados.

2) Tenha menos reuniões

Não adianta marcar várias reuniões que não sejam efetivas. Essa é justamente uma das principais causas de tempo desperdiçado em uma empresa. Tenha reuniões mais efetivas, para que não precise marcar muitas.

3) Tenha uma ferramenta de gestão de tempo

Em primeiro lugar, é necessário ter objetivos muito bem traçados. Contudo, apenas estabelecer isso não é suficiente. Muitas vezes, as tarefas do dia-a-dia ocupam nosso tempo, e fica muito difícil conseguirmos nos concentrar em trabalhar nas nossas metas para longo prazo. Para controlar isso, uma boa alternativa é algum sistema integrado de gestão de tempo. Isso te dará maior controle sobre os colaboradores e suas próprias tarefas.

 

Como atrair investidores para seus Negócios: Um autodiagnóstico para Startups

Autodiagnóstico: Como atrair investidores para a minha StartUp?

A semana que se passou foi muito importante para nós da Capital Social Contabilidade e Gestão, pudemos participar do FESTEMP – Acelera Startup, e estar próximos a cerca de 300 negócios selecionadas para concorrer no concurso promovido pela FIESP para receber recursos financeiros e assim acelerar o desenvolvimento empresarial. Durante dois dias todos os participantes se prepararam para apresentar o seu Pitch de 3 minutos a uma Banca de Investidores Anjos.

Fizemos muitos relacionamentos, e a dúvida de quase todos por lá era, “qual o modelo de negócios ou perfil de StartUps que os investidores estavam dispostos a investir?

Bem… essa pergunta é uma das mais difíceis de responder, pois sempre achamos a nossa ideia uma grande ideia. Então o que nos resta é fazer um autodiagnostico do Modelo de Negócio, independente de investidores anjos, afinal todos querem ter resultado em cima de uma boa ideia. E depois, quem sabe, também tornar-se mais atrativo aos investidores.

Desenvolvemos um QUIZ que contribui para um autodiagnostico de Modelo de Negócio, ele não é uma verdade absoluta, mas é um sinal de reflexão.

Sem mais delongas, estamos disponibilizando para quem assim se interessar. Avalie seu projeto. Faça o Autodiagnostico, analise a sua StartUp e evolua, e se puder envie seus feedbacks para contato@capitalsocial.cnt.br, assim poderemos melhorar a ferramenta e contribuir com mais empreendedores.

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Gerenciar o estoque pode ampliar a lucratividade de um empreendimento

Gestão de estoque: o que você precisa saber

A boa administração do estoque pode eliminar gastos desnecessários e ampliar a lucratividade de um empreendimento.

Muitos empreendedores acham que para garantir a lucratividade do seu negócio é preciso saber comprar, a boa compra seria instrumento para garantir a competitividade de sua empresa.

É verdade, isto é importante, desde que as decisões de compra não criem outro problema, o excesso de estoque, afinal como diz o ditado, mercadoria parada é dinheiro parado.

Além disso, gerenciar bem o estoque não se traduz somente em gerenciar o estoque, estranha frase né, mas ao fazê-lo o empreendedor gerencia melhor o seu marketing, suas compras e principalmente suas vendas, então vejamos como começar…

1º Levantar e analisar os dados

Ter o conhecimento do estoque é essencial e o primeiro passo, saber quais são os produtos, quanto tempo estão em estoque e como se comporta os seus consumidores com relação ao produtos. Neste trabalho um software de gestão pode poupar muito o trabalho da equipe.

2º Controlar o giro

Entender e controlar o giro é outro passo importante, o comprador deve estar atento a indicadores de giro e principalmente conferir a consistência dos dados, com estas informações é possível fazer com que as compras acompanhem o giro e assim não deixar mercadorias paradas.

3º Negociar com os fornecedores

Depois de analisar e controlar o giro das mercadorias é necessário negociar as compras, e neste ponto o foco não deve ser somente o preço, outros aspectos como prazo de pagamento e entrega da mercadoria devem ser observados.

Uma mercadoria de pouco giro não deve ter prazo de pagamento igual a outras com giro satisfatório, e poderá ser possível negociar entregas escalonadas conforme a venda, uma boa negociação neste aspecto traz um ótimo resultado para a empresa.

4º Tenha mercadorias em consignação

Ao invés de manter um estoque próprio é possível um estoque em consignação, isso melhora o capital empregado. Mas atenção, o faça somente com mercadorias de giro alto, pois se lembre, existe um custo de administração de estoque, mesmo se ele for consignado.

Esses passos são apenas os iniciais para se começar a gerenciar o estoque e colher os benefícios da boa gestão, ter um bom software de gestão e consultar seu contador pode ajudar em muito no trabalho…

Um baixo estoque para você, até o próximo artigo.

 

Como economizar com fornecedores

A pedido dos nossos clientes e parceiros, estamos publicando dicas de como cortar custos. Muitas vezes o faturamento estagna e para continuar sendo competitivo, a única saída é aumentar a eficiência.

Segundo Michael Porter, uma empresa pode conseguir vantagem competitiva sustentável por meio de custos ou de diferenciação. Ele ressalta que mesmo quando a opção da empresa é pela diferenciação, os custos não podem ser esquecidos.

Existem muitas forma de cortar custos nas empresas, e isso só eleva a importância de um bom diagnóstico das despesas, pois, entendendo o que ocorre com seus custos, será possível aplicar as dicas certas para um resultado satisfatório.

Faça um diagnóstico da empresa, veja quais dicas mais se enquadra no seu negócio, e mãos a obra!.

1.Negociar certo

A melhor maneira de começar a diminuir as despesas é negociar certo na hora das compras, dimensionando corretamente qual o volume que será comprado e estocado. Isso permite mais rapidez de giro e é essencial para manter o caixa equilibrado. Por isso, não deixe as negociações nas mãos somente dos encarregados das compras.

2. Renegocie contratos

Esta medida baseia-se na utilização do poder de barganha de que dispõe o contratante. Quando bem conduzida, a renegociação de contratos pode trazer significativas reduções de custo. Pelos cálculos da Fundação Dom Cabral, a renegociação com os fornecedores costuma trazer uma economia entre 13% e 30%.

3. Esgote seus estoques

Estabeleça um padrão para os pedidos conforme o estoque, para que as compras sejam feitas somente quando o estoque for o mais baixo possível. Isso vale para suprimentos de escritório, matéria-prima ou mercadorias para venda. É muito comum encomendar mais do que o necessário, por precaução. Isso enfraquece o fluxo de caixa.

4. Não compre, alugue

Muitas investimentos das empresas, não necessitam de serem comprados, muitas vezes um aluguel sai muito mais em conta, além de não desvalorizar o seu ativo, um exemplo são computadores que se desvalorizam rapidamente, alugando é possível sempre mantê-los sem os altos gastos de infraestrutura.

5. Diversifique

Manter um só fornecedor pode significar preços mais altos e risco de faltar produto no estoque. Faça uma busca constante de outros produtores no mercado e avalie novas mercadorias, que possam substituir as que você já vende, a um custo menor.

6. Se una para ter preços melhores

A parceria com empresas concorrentes ou complementares para compras conjuntas permite diminuir o valor unitário do produto e dividir custos de logística. Portanto procure o representante do setor e veja se já existe associação para compras conjuntas.

Espero que estas dicas possam ajudar a vocês, abraços!

Para que serve essa tal contabilidade?

Sobre a contabilidade

A contabilidade é vista por muitos empreendedores como uma burocracia que nos ajuda a calcular o imposto de renda, porém ela é uma ferramenta das mais importantes para a boa gestão de uma empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte.

Em pesquisa recente o Sebrae apontou que 48,3% das empresas fecham suas portas em até três anos de existência, com certeza utilizando corretamente a contabilidade, o empreendedor extrairá uma série de informações importantes para, a tomada de decisão, o controle e o acompanhar as operações, fazendo se distanciar desta triste estática.

Vamos apresentar os principais relatórios financeiros gerados pela contabilidade, cada um deles analisa a companhia sob uma perspectiva diferente e dá uma visão importante e diferenciada sobre a sua saúde financeira.

Balanço Patrimonial (BP)

Mostra tudo que a empresa possui (Ativos = Bens e direitos) ou deve (Passivo = contas a pagar/empréstimos) e o quanto os sócios têm de direito (Patrimônio Líquido = Ativos – Passivos). Na prática podemos utilizar o BP para descobrir uma série de informações úteis, tais como:

  • Conseguirei pagar minhas dívidas com os ativos que possuo?
  • Tenho condições de distribuir lucro aos sócios (tirar dinheiro da companhia) sem que prejudique sua saúde financeira?
  • Quanto valem meus estoques?

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

Mostra o quanto a empresa teve de lucro ou prejuízo em um determinado período. Vale ressaltar que a DRE considera as receitas pelo regime de competência.

Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC)

Mostra a entrada e saída (fluxo) de dinheiro (caixa) da companhia. A DFC se divide em três fontes de geração de caixa:

  • Operacional (proveniente das transações da empresa): considera todo o montante recebido por pagamento de clientes (seja a vista ou pagamentos a prazo), todo o montante pago para realizar as operações da empresa;
  • Das atividades de financiamento: caixa (dinheiro) proveniente da aquisição de empréstimos ou pagamento deles;
  • Das atividades de investimento: caixa (dinheiro) recebido de venda de ativos imobilizados (máquinas, prédios, etc) e pagos na aquisição destes.

A DFC é importante para se entender quanto foi gerado em termos de caixa e a qualidade dessa geração de caixa. Por exemplo: é importante para uma empresa gerar caixa com suas operações, porém a geração de caixa por financiamentos implica no aumento do pagamento de juros futuros e por investimento significa uma diminuição dos seus bens de capital.

Como vimos, a contabilidade é uma ferramenta de fundamental importância para a gestão de um empreendimento, utilize bem o contador, o seu negócio agradece.