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O que muda com o Marco Regulatório do Terceiro Setor?

Terceiro Setor é o nome que se dá a todas as associações e entidades sem fins lucrativos que são organizadas pela sociedade civil, com o intuito de auxiliar o poder público em questões de cunho social, de interesse ou necessidade da sociedade.

São agregações privadas de utilidade pública que são mantidas, normalmente, por meio de doações de empresas e particulares. Só que alguns modelos de organizações que se inserem no Terceiro Setor, como as Organizações Não Governamentais , as ONGs, e as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, as OSCIPs, costumam receber verbas públicas para a manutenção de seus trabalhos.

E isso pode gerar diversas facilitações e fraudes, não só favorecendo certos políticos como também desviando recursos estatais que poderiam ser aplicados em diversas melhorias sociais e de infraestrutura – justamente o que o Terceiro Setor se propõe a fazer.

Em busca de segurança jurídica nessas relações, além de mais eficiência e transparência na gestão e no controle de recursos públicos, foi sancionada a Lei nº 13.019/2014.

Você conhece esta legislação, que vem sendo chamada de Marco Regulatório do Terceiro Setor? Fique por dentro conferindo nosso artigo:

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Por que ter o registro no CMDCA e no CMAS?

Muitas pessoas buscam realizar serviços de assistência social, seja por meio de uma fundação privada, ou por qualquer outro modelo de associação sem fins lucrativos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil já se somam mais de 400 mil instituições com esse perfil, fora as mantidas pelo governo, cujo principal objetivo é garantir cidadania para boa parte da população. Os benefícios, é claro, são imensuráveis.

No entanto, vale ressaltar que criar e manter este tipo de entidade requer também uma boa dose de gestão administrativa e, principalmente, contábil. O registro feito junto aos órgãos CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) ou ao CMAS (Conselho Municipal de Assistência Social), por exemplo, devem ser elaborados com rigor, de modo a garantir os benefícios que garantem a subsistência da entidade. Acompanhe, a seguir, essas vantagens e esclareça como é feita a inscrição nesses órgãos. Confira:

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Qual a importância de avaliar uma empresa ou negócio?

Em um mercado cada vez mais concorrido, em meio a várias jogadas estratégicas de vários empresários, torna-se muito importante saber com precisão o quanto vale sua empresa.

Cabe dizer que isso é fundamental não só para descobrir onde você deve investir e como expandir o seu negócio, mas também para não perder dinheiro nas fusões, aquisições ou outras mudanças na composição da companhia.

Hoje, você saberia dizer exatamente a importância de avaliar sua empresa ou negócio? Confira nosso post e descubra a resposta para essa questão:

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Contabilidade e Gestão: Entenda o que é Projeção de Fluxo de Caixa

Um bom gestor está sempre preocupado em ter em mãos bons resultados da sua empresa. Por isso ele se mantém atento aos possíveis problemas, em qualquer setor da sua equipe, que possam colocar em risco o funcionamento do seu negócio. Vale dizer que isso exige um planejamento contínuo, afinal de contas, num mercado tão acirrado quanto o corporativo, ninguém quer ser pego de surpresa por adversidades, não é mesmo?

Cabe ressaltar que um dos setores mais vitais dentro de uma empresa é o financeiro. Consequentemente, é o que precisa de mais proteção do gestor. Como administrador do seu negócio você bem sabe que o dinheiro e os recursos da sua empresa devem ser geridos o mais dentro da maneira planejada possível. Uma das maneiras de evitar que sua empresa fique no vermelho é a projeção de fluxo de caixa. Para você entender do que se trata e qual sua importância, confira nosso post a seguir:

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7 dicas para deixar sua contabilidade mais organizada

Uma contabilidade bem estruturada é fundamental para o sucesso de uma empresa. Dessa forma, é preciso dar total atenção a esse setor. Lembre-se, por exemplo, que será através dele que você poderá mapear a situação financeira do seu negócio, através de informações que serão usadas como instrumentos de gestão e lhe darão suporte para as tomadas de decisões. Pensando nisso, confira nossa lista de dicas e deixe sua contabilidade mais organizada:

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Quais são os tipos de metodologias para avaliação de empresas?

Não é incomum vermos notícias de empresas vendidas ou adquiridas por preços que não correspondiam aos seus valores legítimos. Muitas vezes, as organizações são comercializadas por um valor mais alto, em outras, muito abaixo do que poderia ser alcançado.

É claro que nem sempre os trâmites do processo de compra e venda de empresas são transparentes. Porém, cabe dizer que muitos erros são cometidos porque não é dada a devida atenção à etapa de avaliação da empresa.

Vale ressaltar que a definição de quanto vale uma empresa é um trabalho de extrema complexidade, que demanda coerência e rigor conceitual, seguindo algumas diretrizes específicas para o cálculo. Cabe dizer que isso depende também de variáveis subjetivas, como, por exemplo, a aceitação da marca no mercado, entre outros fatores. Você sabe quais são os modelos de avaliação de empresas mais utilizadas? Confira em nosso post:

Balanço patrimonial

O que é relevante aqui é a estimativa dos ativos da companhia. Ou seja, nessa metodologia o valor da empresa acaba quase que exclusivamente restrito a seu balanço patrimonial, sem considerar eventuais progressos no futuro da companhia ou fatores subjetivos diversos, como a dinâmica da marca no mercado ou problemas internos que não aparecem nas demonstrações contábeis da empresa. O modelo do valor contábil, o valor de liquidação e o valor substancial são algumas das técnicas aplicáveis à metodologia de avaliação.

Demonstração de resultado

Nessa metodologia, o que se busca é definir o valor da empresa com apoio na demonstração do resultado do exercício (DRE), com o foco total em seu respectivo volume de lucros, comercializações ou preços de ações.

Goodwill para mensurar o valor de aspectos intangíveis

Os ativos intangíveis de uma empresa que não vêm marcados em seus cálculos contábeis voltam a entrar em cena com esse modelo de avaliação. Desse modo, o goodwill adiciona valor aos aspectos patrimoniais tangíveis, como os ativos e os lucros.

Vale ressaltar que esse método considera também o capital intelectual da empresa, a carteira de clientes, a posição no mercado, suas marcas e patentes, além de muitos outros aspectos que poderão influenciar na competitividade da empresa no mercado.

O grande problema aqui é a precisão do modelo, que poderá utilizar parâmetros de medição controvertidos, gerando algumas “previsões” equivocadas.

Fluxo de caixa para previsões de riscos

O valor de mercado de uma empresa poderá ser medido ainda através da estimativa dos fluxos de caixa, de maneira a calcular a probabilidade de uma previsão de caixa, subtraída dos riscos prováveis pelos quais poderá passar a empresa.

Economic Value Added (EVA): calcule a rentabilidade da sua empresa

O EVA é um modelo de avaliação de empresas baseado na criação de valor em determinado período, que busca o cálculo da rentabilidade real de um capital aplicado.

Cabe dizer que existem diversas fórmulas que permitem tal mensuração e o método é o mais usual nas empresas de capital aberto. Isso porque ele fornece informações claras aos acionistas e aos investidores interessados. Porém, não é o ideal como referência nas empresas que trabalham com bens imateriais e com capital intelectual.

A correta avaliação do valor de uma empresa é fundamental para as ocasiões de negociações diversas no mercado, mas também é relevante para a tomada de decisões estratégicas dentro dos setores administrativos da organização. Contudo, vale dizer que nenhum método pode contar exclusivamente com elementos objetivos, já que existem fatores subjetivos a serem levados em consideração, não será possível chegar-se a um valor concreto e final para a empresa.

Porém, será viável fazer uma estimativa bastante aproximada, e para isso as demostrações contábeis são excelentes ferramentas. Além disso, o responsável pela avaliação deverá decidir pelo método mais adequado à companhia, conforme as peculiaridades de seu negócio e atividade, a fim de não chegar a valores distorcidos. A dica é: conte com a ajuda de um especialista em contabilidade para não ter erro!

Você está interessado em avaliar sua empresa? Se você ainda tem dúvidas sobre este processo, conte para a gente nos comentários que lhe ajudaremos.

Pró-labore: Cuidado para não levar sua empresa à falência

Entre os equívocos que podem culminar na descapitalização de empresas a falta de planejamento na definição do pró-labore, que nada mais é que o salário dos sócios e administradores da empresa, é um dos problemas mais recorrentes.

Apesar de a absoluta importância que esse fator exerce no bem-estar financeiro do negócio, o pró-labore acaba, muitas vezes, passando despercebido no planejamento do profissional que dá início ao seu empreendimento e que se preocupa com outras tantas questões – e isso pode ser fatal para a empresa.

Para empresas já consolidadas o pró-labore também continua tendo vital importância e se for mal gerenciado ainda pode ser responsável pela falência do negócio.

Por isso alguns cuidados são substanciais para garantir a saúde financeira da companhia sem que os sócios impeçam, mesmo sem querer, o progresso da empresa por falhas banais, independente do tempo de atuação no mercado.

Ao definir o pró-labore dos sócios é preciso tomar alguns cuidados. Dentre os principais estão os que listamos abaixo:

Para empresas que estão iniciando suas atividades

Para definir o salário do sócio-administrador é preciso considerar que ele esteja de acordo com a capacidade da empresa de gerar recursos. Isso porque a retirada do valor não pode comprometer o pagamento de gastos fixos.

Dentre esses gastos lembre-se do pagamento dos impostos, dos fornecedores e dos funcionários. Caso contrário, a empresa sofrerá com um desfalque no orçamento que será sentido rapidamente, poucos meses após o início das atividades. Algumas outras dicas para sua empresa:

•Tome a remuneração média do mercado sobre a função que você e os sócios exercem com referência para a definição do pró-labore.

•Além disso, lembre-se que os gastos pessoais dos sócios também devem ser tomados como parâmetro para estipular o valor do pró-labore. Porém, as retiradas iniciais devem ser modestas para não prejudicar o orçamento da empresa.

•Nesse caso, a dica é traçar previamente os detalhes entre os sócios e registrar o que for acertado no Contrato Social.

•Lembre-se também que ajustes futuros podem ser discutidos e praticados, desde que todos os sócios estejam em comum acordo a respeito deles.

•Não deixe de calcular sobre o pró-labore os impostos pagos, como o INSS e IRPF, de acordo com a mesma tabela incidente aos funcionários da empresa.

•Separe também sua conta pessoal da conta jurídica. Por mais difícil que isso seja, misturar finanças pessoais com as da empresa não é um hábito saudável e dificultará a administração do seu negócio.

Empresas consolidadas, com tempo de mercado

Mesmo as empresas que já atingiram certa estabilidade devem manter o capital de giro. Ele atuará como reinvestimento na própria empresa e também poderá ser usado na contratação de novos sócios ou para a expansão dos negócios, por exemplo, sem que seja necessário recorrer a empréstimos.

Cabe ressaltar que especialistas recomendam destinar ⅓ do faturamento da empresa ao capital de giro. Portanto, fique atento.

Para empresas maiores o ideal é definir um sócio-administrador, que será responsável em prestar contas sobre a rotina financeira da empresa e readequar o planejamento de acordo com as fases e objetivos da companhia.

E as empresas com investidores?

Como usualmente o sócio investidor não cumpre nenhuma função no cotidiano da empresa ele não possui direito à retirada do pró-labore, apesar de constar como sócio no Contrato Social.

Porém, dependendo da fatia do capital social da empresa pertencente ao sócio investidor, ele pode deter uma parte maior na distribuição anual de lucros que os outros sócios.

Enquanto sócio, é possível optar por não fazer a retirada mensal do meu pró-labore?

Sim, é possível optar por não fazer essa retirada mensal e obter a sua remuneração apenas no momento da divisão de lucros. Porém, como sobre o pró-labore incidem o imposto de renda e a contribuição à previdência, assim como nos salários, saiba que a Receita Federal entenderá que, sem a existência do pró-labore, a divisão de lucros deverá ser tributada.

Portanto, pese na balança se isso valerá a pena para você, assim como para a empresa.

No fim das contas o mais importante é considerar que um bom planejamento não falha. Por isso, permaneça fiel aos objetivos traçados, mantenha-se sempre atento às transformações que atingirem sua empresa e adeque o planejamento a elas.

O mercado é dinâmico e as empresas exigem acompanhamento constante. Porém, agindo sempre de acordo com as possibilidades reais do seu negócio, conhecendo e respeitando as limitações, é possível manter a saúde financeira da sua empresa e a sua própria sem grandes sacrifícios ou preocupações.

Como sua empresa administra essas questões de pró-labore? Conte para nós nos comentários. Se você ainda tem dúvidas sobre esse assunto, entre em contato que lhe ajudaremos.

Por que os empresários de sucesso avaliam as suas empresas periodicamente?

E se você tivesse que vender sua empresa amanhã, qual seria o preço? Essa é uma pergunta constante entre empresários de sucesso. E não é porque eles querem se livrar do seu negócio. Ora, se não querem passar adiante, por que eles avaliam suas empresas periodicamente? Será essa a chave do sucesso? Saiba aqui a importância dessa avaliação e o que se deve considerar ao fazê-la.

Gestão estratégica

Dar um valor à empresa faz parte da gestão estratégica e ajuda a detectar se os planos e objetivos da empresa estão sendo cumpridos. Além disso, vai indicar os caminhos a seguir para corrigir o que está errado.

Imagine a situação: você encontra um investidor, ele vai querer saber quanto a sua empresa vale. Essa pode ser a informação essencial para ele decidir se vai investir e quanto está disposto a colocar no negócio. O mesmo pode estar em jogo na hora de se fechar um negócio com um parceiro comercial.

Colocar um preço na empresa é complicado e subjetivo, principalmente para pequenas e médias empresas, com poucos anos de vida. Avaliar a empresa muito pra baixo pode ser ruim para a imagem, mas avaliar muito acima pode deixar o empresário com uma imagem de “sonhador” e que não conhece direito as regras do mercado. Como fazer para alcançar esse meio termo, então?

Patrimônio empresarial

Primeiro pode-se fazer uma avaliação do patrimônio empresarial, ou seja, máquinas, móveis, equipamentos como computadores, etc. Enfim, tudo de material que você possui dentro da empresa. Some tudo e coloque um valor em cifras. Depois, parta para a propriedade intelectual. Isso inclui marcas, patentes (se for o caso) e um bem muito valioso, que não deve ser esquecido nunca: os funcionários. Analise a qualificação deles, o tempo de trabalho e, claro, o salário pago. Inclua também a relação com os clientes. Cada contrato fechado vale muito!

O segundo passo é mais subjetivo. Avaliar os ganhos potenciais da empresa com base na probabilidade de ganhos futuros. Faça uma pesquisa de mercado: qual a projeção de crescimento do seu público-alvo? Essa informação pode ser usada na avaliação da sua empresa. Quanto maior for essa perspectiva, mais argumentos você terá para aumentar seu valor.

Estude a concorrência

Depois é hora de estudar a concorrência. Quantas outras empresas fazem a mesma coisa que você? Quanto mais competidores você tiver, menor será o seu valor. Onde você se destaca? Enumere seus diferenciais. Nessa etapa, veja quanto valem seus concorrentes. Alguma empresa semelhante foi vendida recentemente? Quanto custou? Pesquise ou peça ajuda de uma consultoria.

Faturamento x Valor da empresa

A terceira etapa refere-se às técnicas usadas por analistas financeiros. São diversos métodos possíveis, mas um deles relaciona o valor da empresa com o faturamento. Se você fatura ou sua previsão de faturamento é X, pode ser que o valor da sua empresa seja 2X, ou melhor, 3X. Empresas muito jovens podem ter dificuldade com esse método porque o faturamento é pequeno ou inexistente.

Parece complicado? Sim, não é fácil avaliar a empresa. Sobretudo porque é preciso fazer isso de forma sistemática. O mercado está em constante movimento e a realidade muda rapidamente. Pense bem, os empresários de sucesso fazem isso. Não seria então esse o segredo para entrar nesse time vencedor?

Ficou com dúvidas em como avaliar sua empresa? Quer deixar uma dica que pode facilitar esse processo? Utilize os cometários abaixo para compartilhar seu conhecimento!

 

Analisando os números e Indicadores Contábeis para tomada de decisão

Se te perguntarem como anda a saúde financeira da sua empresa você terá segurança ao dar a resposta? O empreendedor pode responder essa pergunta com base em muitos elementos, como: o faturamento, os valores que tem a pagar e a receber ou pelo patrimônio que a empresa tem. Porém, separadamente, esses fatores dizem muito pouco a respeito da real situação econômica da organização. Por isso, é preciso ter uma noção global das estáticas e da dinâmica patrimonial da sua empresa para realizar uma gestão mais inteligente.

Para saber mais sobre a situação do seu negócio, tomar decisões mais precisas e corretas, a gestão deve dominar os indicadores contábeis fornecidos pelos contadores. Com eles, você poderá definir as tendências do negócio, avaliar o desempenho e realizar outras análises relativas às operações financeiras. Confira o que você pode fazer para aproveitar esses números a favor do seu negócio.

Primeiro passo: Entenda o que são esses números e indicadores

Os indicadores contábeis fornecem informações valiosas a respeito das operações da sua empresa. Eles te permitem fazer uma análise, através de fórmulas matemáticas utilizadas para examinar as demonstrações financeiras. Esses indicadores obedecem ao regime de competência, ou seja, eles são apurados simultaneamente ao fato gerador. Juntos, esses indicadores, podem ser tão ou mais importantes do que a visão de caixa – dependendo das necessidades da sua empresa.

Principais indicadores:

Conheça os principais indicadores contábeis e entenda como cada um deles influencia no processo de tomada de decisão em sua empresa:

Análise do lucro líquido

Esse é o ponto final no seu Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE), que é uma das principais responsabilidades do setor contábil. Através desse indicador você saberá exatamente qual foi o lucro que sua empresa gerou – após deduzidos todos os encargos tributários, despesas operacionais, contribuições sociais, entre outros.

É somente com esses dados que você conseguirá ter uma visão verdadeira sobre quanto dinheiro sua empresa realmente gerou. Além disso, dividindo o lucro líquido pelo faturamento, por exemplo, você terá a margem líquida em percentual, que é fundamental para a realização de comparativos e projeções futuras, otimizando a gestão do seu negócio.

Retorno sobre investimentos

Esse é um dos indicadores mais importantes para avaliar se as ações executadas pela sua empresa estão trazendo os resultados esperados. Com ele, a administração poderá avaliar desde o retorno com o marketing, até a viabilidade ou não do negócio em se manter operante. Para conseguir essa informação, você deverá dividir o lucro líquido pelos investimentos realizados.

Se esse indicador for feito de forma apropriada, a gestão terá em mãos o leme da empresa, podendo guiá-la, através de números e estatísticas mais palpáveis, rumo ao sucesso. Desta forma, é possível tomar decisões mais objetivas e pontuais, ou até realizar uma reorientação de processos.

Indicadores de Rentabilidade e Giro do Ativo

Ambos estão associados ao ativo da sua empresa. O primeiro mede a capacidade da organização em transformá-lo em lucro – que é um dos principais objetivos de qualquer gestão. Com ele, você saberá a qualidade das suas vendas, ou seja, quanto lucro você realmente consegue extrair de todas, ou de cada uma delas.

O Giro do Ativo, por outro lado, determinará quantas vezes a sua empresa recuperou os valores do ativo por meio das vendas. Com esse indicador você fará uma análise mais quantitativa, sabendo quantas vendas realiza. Ou seja, quanto mais alto for esse índice, mais a empresa está vendendo.

Em resumo, todos os indicadores contábeis são fundamentais para que a gestão tenha uma visão completa do negócio, o que facilitará muito os processos de tomadas de decisões. Para que isso seja realizado de maneira eficiente é fundamental contar com o suporte de uma boa empresa, ou de um profissional qualificado de contabilidade para ter uma consultoria especializada.

Você ainda tem dúvidas sobre os indicadores contábeis e como eles podem lhe ajudar a definir os rumos da sua empresa? Compartilhe-as com a gente nos comentários que lhe ajudaremos.