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Para que serve essa tal contabilidade?

Sobre a contabilidade

A contabilidade é vista por muitos empreendedores como uma burocracia que nos ajuda a calcular o imposto de renda, porém ela é uma ferramenta das mais importantes para a boa gestão de uma empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte.

Em pesquisa recente o Sebrae apontou que 48,3% das empresas fecham suas portas em até três anos de existência, com certeza utilizando corretamente a contabilidade, o empreendedor extrairá uma série de informações importantes para, a tomada de decisão, o controle e o acompanhar as operações, fazendo se distanciar desta triste estática.

Vamos apresentar os principais relatórios financeiros gerados pela contabilidade, cada um deles analisa a companhia sob uma perspectiva diferente e dá uma visão importante e diferenciada sobre a sua saúde financeira.

Balanço Patrimonial (BP)

Mostra tudo que a empresa possui (Ativos = Bens e direitos) ou deve (Passivo = contas a pagar/empréstimos) e o quanto os sócios têm de direito (Patrimônio Líquido = Ativos – Passivos). Na prática podemos utilizar o BP para descobrir uma série de informações úteis, tais como:

  • Conseguirei pagar minhas dívidas com os ativos que possuo?
  • Tenho condições de distribuir lucro aos sócios (tirar dinheiro da companhia) sem que prejudique sua saúde financeira?
  • Quanto valem meus estoques?

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

Mostra o quanto a empresa teve de lucro ou prejuízo em um determinado período. Vale ressaltar que a DRE considera as receitas pelo regime de competência.

Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC)

Mostra a entrada e saída (fluxo) de dinheiro (caixa) da companhia. A DFC se divide em três fontes de geração de caixa:

  • Operacional (proveniente das transações da empresa): considera todo o montante recebido por pagamento de clientes (seja a vista ou pagamentos a prazo), todo o montante pago para realizar as operações da empresa;
  • Das atividades de financiamento: caixa (dinheiro) proveniente da aquisição de empréstimos ou pagamento deles;
  • Das atividades de investimento: caixa (dinheiro) recebido de venda de ativos imobilizados (máquinas, prédios, etc) e pagos na aquisição destes.

A DFC é importante para se entender quanto foi gerado em termos de caixa e a qualidade dessa geração de caixa. Por exemplo: é importante para uma empresa gerar caixa com suas operações, porém a geração de caixa por financiamentos implica no aumento do pagamento de juros futuros e por investimento significa uma diminuição dos seus bens de capital.

Como vimos, a contabilidade é uma ferramenta de fundamental importância para a gestão de um empreendimento, utilize bem o contador, o seu negócio agradece.

10 pontos mais importantes sobre finanças para pequenas empresas

Finanças para pequenas empresas

Seguem os 10 pontos mais importantes sobre finanças para pequenas empresas:

1- QUAIS SÃO SEUS ATIVOS?

Sim, sabemos que ativos são tudo aquilo que a empresa possui. Controlar a quantidade de equipamento, mobília, imóveis e outras posses deve ser tarefa fácil. Mas para ter uma idéia real do valor da empresa, também será necessário acompanhar as oscilações do valor desses bens. Não é incomum vermos pequenas empresas localizadas em imóveis que valem mais que o próprio negócio. (Será que todos temos esse problema?) Da mesma forma, também será uma boa prática verificar o declínio no valor (depreciação) de bens como computadores e móveis de escritório.

2- QUAIS SÃO SUAS OBRIGAÇÕES?

Mais uma vez, é uma tarefa aparentemente fácil — obrigação é que você deve. Mas suas dívidas nem sempre são óbvias como um boleto bancário. Impostos sobre a folha de pagamento são um tipo de obrigação que você pode adiar mensal ou trimestralmente, dependendo do tamanho da empresa. Empréstimos são uma obrigação clara, mas ao pagá-los é uma boa idéia controlar o quanto foi gasto no principal e nos juros.

3- QUAL É O CUSTO DE PRODUÇÃO DAQUILO QUE VOCÊ VENDE?

Se você estiver comprando um item pronto para revenda, essa é uma tarefa relativamente fácil. Fica mais complicado quando é preciso calcular todos os fatores, como mão-de-obra, que integram a fabricação de um produto.

4- QUANTO CUSTA VENDER?

Publicidade, marketing, mão-de-obra, estoque e a categoria genérica da sobrecarga — é útil saber quanto custa colocar um produto no mercado, bem como o custo de sua criação.

5- QUAL É A SUA MARGEM DE LUCRO BRUTO?

Este cálculo é feito dividindo-se o total de vendas pelo lucro bruto. Se a margem de lucro bruto permanecer consistente ou tender a subir, é provável que você esteja ajustando os preços adequadamente para refletir as mudanças entre o preço pago e o custo da venda ou produção.

A possibilidade de identificar uma margem em declínio permite que você ajuste seus preços ou custos. Na pior hipótese, é claro, o lucro bruto e a margem bruta desaparecem totalmente. Nesse caso, você será como a pessoa que perdeu dinheiro em todas as vendas, mas imaginou que pudesse compensar no volume. Não siga esse caminho.

6- COMO ANDA A RELAÇÃO ENTRE DÍVIDAS E ATIVOS?

Essa relação pode permitir que você conheça a quantidade de itens que existem na empresa e que pertencem à outra pessoa — seu financiador. Um aumento nessa relação pode ser um mau sinal — ele tanto pode ocorrer devido a uma grande expansão, como indicar que você está dando um passo maior que a perna.

7- QUAL É O VALOR DAS CONTAS A RECEBER?

Esse é o montante que outras pessoas devem a você. Valorize a capacidade de controlá-lo: se as contas a receber estiverem aumentando, isso pode ser um sinal de que o pessoal que está comprando de você está começando a tropeçar. E isso é especialmente verdadeiro se as contas a receber, como porcentual do total de vendas, estiverem aumentando.

8- QUAL É O TEMPO MÉDIO DE COBRANÇA DAS CONTAS A RECEBER?

Provavelmente, esta é uma das informações mais importantes para empresas em contenção de despesas, porque ela indica o tempo durante o qual você atuará como ‘banqueiro’ para seus devedores. Para calculá-lo, você precisará conhecer a média diária de vendas e dividi-la pelo número de contas a receber.

9- QUAL É O VALOR DAS CONTAS A PAGAR?

O outro lado das contas a receber. Um aumento nas contas a pagar pode simplesmente refletir uma política de alongamento do prazo de pagamento de contas, ou um número maior de compras. Mas um aumento não planejado ou gerenciado pode ser um aviso interno de que a estrutura financeira da empresa está enfraquecendo.

10- O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O ESTOQUE?

Algumas vezes, até mesmo no mundo do negócio just-in-time, é uma boa idéia montar um estoque robusto.

Se os preços dos itens que você vende ou usa na produção estiverem relativamente baixos, pode fazer sentido investir algum dinheiro no estoque. Eu mesmo gostaria de ter estocado um tanque cheio de óleo para aquecedor na última primavera, quando o preço estava em torno de US$1 por galão.

A capacidade de controlar o estoque e de saber quanto tempo ele demora para ser vendido ou transformado permite identificar se o negócio está crescendo ou minguando. Essa capacidade também indica o valor que poderia ser usado em outros pagamentos e investimentos e que está atrelado a esses bens improdutivos.

O controle desses dez importantes fatores e o acompanhamento do fluxo de caixa são essenciais para a saúde da empresa; por isso, não tenha medo de procurar ajuda junto a profissionais e fornecedores de serviços.

Como escolher um escritório de contabilidade pós SPED

Nessa seara encontra-se o empresário que desconhece o tema. Em especial para essas pessoas a orientação é uma só: agendar uma reunião com seu contador e solicitar esclarecimentos sobre como o SPED pode impactar sua empresa. E para aqueles que já ouviram falar do projeto, mas ainda não deram a devida importância, a indicação é a mesma.

“Atenção senhor Empresário: o SPED em sua empresa é uma realidade. Para implantá-lo você precisa se adequar e contar com profissionais capacitados a fim de assessorá-lo. Daí a importância de não abrir mão de um especialista.” Especialista é um termo bem apropriado para o profissional contábil diante de um novo projeto capaz de impactar os negócios dos seus clientes.

O SPED é uma mudança imposta e que necessita ser implantada nas empresas. Num primeiro momento, o empresário pode relutar por essa imposição, como também sobre seus benefícios, custos; mas o dia a dia mostrará que – com as ferramentas certas e orientação adequada – a sua empresa só tende a ganhar em competitividade e estruturação. Todos vão sair ganhando e o País também.

A partir do projeto de emissão da nota fiscal eletrônica, o governo começou uma revolução no tratamento das informações fisco-contábil no Brasil. Gradativamente, o SPED vem envolvendo ano a ano empresas de diferentes segmentos e portes.

Hoje, os escritórios de contabilidade estão diante de um dilema: o quanto estão preparados para auxiliar os empresários na gestão de suas empresas frente à realidade do SPED. Neste sentido, profissionais do segmento contábil estão passando por reformulações gigantescas. São obrigados a trocar o motor com o avião voando, tendo que mudar processos, investir em tecnologia, em treinamento, consultoria e formação de mão de obra.

A visão retrógrada do guarda livro ou do contador “um mal necessário” ficou para trás. Não há mais espaço para erros, apostas e meio conhecimento, o grande desafio é que estes escritórios contábeis se tornaram responsáveis pelo sucesso de cada cliente. Por isso, no caso do contador não dispor do conhecimento necessário para colocar em prática o projeto SPED, estará colocando em Risco o negócio do seu cliente.

Com o SPED, erros que não eram detectados, ou levavam anos para gerar algum tipo de problema para a empresa, são casos do passado. Agora, além das pesadas multas impostas ao contribuinte, os riscos se tornaram quase instantâneos. Como exemplo, em alguns Estados não é mais possível fazer vendas para empresas com problemas fiscais.

O SPED envolve elos importantes, como o sistema informatizado de gestão utilizado para a emissão de notas fiscais e demais operações da empresa. Há empresas de sistemas de gestão colocando todas as responsabilidades do projeto nas mãos do contador. É um equívoco e mostra o grau de imaturidade das empresas de software diante do SPED. O empresário, o responsável pelo software de gestão e o contador precisam estar em sintonia para garantir que as informações geradas não coloquem em Risco a empresa.

Honorário com Preço mais baixo é simples armadilha. Os Serviços pós SPED exigem investimentos, especialização, atenção e maior proximidade do escritório contábil com o negócio do cliente.

A Capital Social Contabilidade e Gestão está preparada para apoiar sua empresa nesta nova era das informações digitais. Conte conosco!