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Como ter uma boa gestão de tempo

Certamente você já ouviu a expressão “tempo é dinheiro”. E não é à toa que ela é tão conhecida no mundo inteiro. Uma gestão de tempo eficiente resulta em melhor desempenho no trabalho, o que acaba sempre gerando mais produtividade. Logo, mais dinheiro. Caso contrário, você irá justamente desperdiçar seu tempo, consequentemente seu dinheiro.

No entanto, por mais conhecida que essa ideia seja, a grande maioria das empresas não possui um bom planejamento de gestão de tempo. E se para melhorar a produtividade de sua empresa e equipe só é possível a partir de um bom planejamento, então segue algumas dicas:

1) Estabeleça um fluxo de trabalho eficiente

Alguns empresários esperam que seus colaboradores sejam capazes de desenvolver diversas tarefas ao mesmo tempo. Contudo, a chave para uma gestão de tempo eficiente não consiste na habilidade em ser multitarefa, mas na capacidade de estabelecer um fluxo de trabalho eficiente. Várias pessoas também produzirão mais, trabalhando em salas particulares, que em ambientes tumultuados.

2) Tenha menos reuniões

Não adianta marcar várias reuniões que não sejam efetivas. Essa é justamente uma das principais causas de tempo desperdiçado em uma empresa. Tenha reuniões mais efetivas, para que não precise marcar muitas.

3) Tenha uma ferramenta de gestão de tempo

Em primeiro lugar, é necessário ter objetivos muito bem traçados. Contudo, apenas estabelecer isso não é suficiente. Muitas vezes, as tarefas do dia-a-dia ocupam nosso tempo, e fica muito difícil conseguirmos nos concentrar em trabalhar nas nossas metas para longo prazo. Para controlar isso, uma boa alternativa é algum sistema integrado de gestão de tempo. Isso te dará maior controle sobre os colaboradores e suas próprias tarefas.

 

Como atrair investidores para seus Negócios: Um autodiagnóstico para Startups

Autodiagnóstico: Como atrair investidores para a minha StartUp?

A semana que se passou foi muito importante para nós da Capital Social Contabilidade e Gestão, pudemos participar do FESTEMP – Acelera Startup, e estar próximos a cerca de 300 negócios selecionadas para concorrer no concurso promovido pela FIESP para receber recursos financeiros e assim acelerar o desenvolvimento empresarial. Durante dois dias todos os participantes se prepararam para apresentar o seu Pitch de 3 minutos a uma Banca de Investidores Anjos.

Fizemos muitos relacionamentos, e a dúvida de quase todos por lá era, “qual o modelo de negócios ou perfil de StartUps que os investidores estavam dispostos a investir?

Bem… essa pergunta é uma das mais difíceis de responder, pois sempre achamos a nossa ideia uma grande ideia. Então o que nos resta é fazer um autodiagnostico do Modelo de Negócio, independente de investidores anjos, afinal todos querem ter resultado em cima de uma boa ideia. E depois, quem sabe, também tornar-se mais atrativo aos investidores.

Desenvolvemos um QUIZ que contribui para um autodiagnostico de Modelo de Negócio, ele não é uma verdade absoluta, mas é um sinal de reflexão.

Sem mais delongas, estamos disponibilizando para quem assim se interessar. Avalie seu projeto. Faça o Autodiagnostico, analise a sua StartUp e evolua, e se puder envie seus feedbacks para contato@capitalsocial.cnt.br, assim poderemos melhorar a ferramenta e contribuir com mais empreendedores.

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Gerenciar o estoque pode ampliar a lucratividade de um empreendimento

Gestão de estoque: o que você precisa saber

A boa administração do estoque pode eliminar gastos desnecessários e ampliar a lucratividade de um empreendimento.

Muitos empreendedores acham que para garantir a lucratividade do seu negócio é preciso saber comprar, a boa compra seria instrumento para garantir a competitividade de sua empresa.

É verdade, isto é importante, desde que as decisões de compra não criem outro problema, o excesso de estoque, afinal como diz o ditado, mercadoria parada é dinheiro parado.

Além disso, gerenciar bem o estoque não se traduz somente em gerenciar o estoque, estranha frase né, mas ao fazê-lo o empreendedor gerencia melhor o seu marketing, suas compras e principalmente suas vendas, então vejamos como começar…

1º Levantar e analisar os dados

Ter o conhecimento do estoque é essencial e o primeiro passo, saber quais são os produtos, quanto tempo estão em estoque e como se comporta os seus consumidores com relação ao produtos. Neste trabalho um software de gestão pode poupar muito o trabalho da equipe.

2º Controlar o giro

Entender e controlar o giro é outro passo importante, o comprador deve estar atento a indicadores de giro e principalmente conferir a consistência dos dados, com estas informações é possível fazer com que as compras acompanhem o giro e assim não deixar mercadorias paradas.

3º Negociar com os fornecedores

Depois de analisar e controlar o giro das mercadorias é necessário negociar as compras, e neste ponto o foco não deve ser somente o preço, outros aspectos como prazo de pagamento e entrega da mercadoria devem ser observados.

Uma mercadoria de pouco giro não deve ter prazo de pagamento igual a outras com giro satisfatório, e poderá ser possível negociar entregas escalonadas conforme a venda, uma boa negociação neste aspecto traz um ótimo resultado para a empresa.

4º Tenha mercadorias em consignação

Ao invés de manter um estoque próprio é possível um estoque em consignação, isso melhora o capital empregado. Mas atenção, o faça somente com mercadorias de giro alto, pois se lembre, existe um custo de administração de estoque, mesmo se ele for consignado.

Esses passos são apenas os iniciais para se começar a gerenciar o estoque e colher os benefícios da boa gestão, ter um bom software de gestão e consultar seu contador pode ajudar em muito no trabalho…

Um baixo estoque para você, até o próximo artigo.

 

Como economizar com fornecedores

A pedido dos nossos clientes e parceiros, estamos publicando dicas de como cortar custos. Muitas vezes o faturamento estagna e para continuar sendo competitivo, a única saída é aumentar a eficiência.

Segundo Michael Porter, uma empresa pode conseguir vantagem competitiva sustentável por meio de custos ou de diferenciação. Ele ressalta que mesmo quando a opção da empresa é pela diferenciação, os custos não podem ser esquecidos.

Existem muitas forma de cortar custos nas empresas, e isso só eleva a importância de um bom diagnóstico das despesas, pois, entendendo o que ocorre com seus custos, será possível aplicar as dicas certas para um resultado satisfatório.

Faça um diagnóstico da empresa, veja quais dicas mais se enquadra no seu negócio, e mãos a obra!.

1.Negociar certo

A melhor maneira de começar a diminuir as despesas é negociar certo na hora das compras, dimensionando corretamente qual o volume que será comprado e estocado. Isso permite mais rapidez de giro e é essencial para manter o caixa equilibrado. Por isso, não deixe as negociações nas mãos somente dos encarregados das compras.

2. Renegocie contratos

Esta medida baseia-se na utilização do poder de barganha de que dispõe o contratante. Quando bem conduzida, a renegociação de contratos pode trazer significativas reduções de custo. Pelos cálculos da Fundação Dom Cabral, a renegociação com os fornecedores costuma trazer uma economia entre 13% e 30%.

3. Esgote seus estoques

Estabeleça um padrão para os pedidos conforme o estoque, para que as compras sejam feitas somente quando o estoque for o mais baixo possível. Isso vale para suprimentos de escritório, matéria-prima ou mercadorias para venda. É muito comum encomendar mais do que o necessário, por precaução. Isso enfraquece o fluxo de caixa.

4. Não compre, alugue

Muitas investimentos das empresas, não necessitam de serem comprados, muitas vezes um aluguel sai muito mais em conta, além de não desvalorizar o seu ativo, um exemplo são computadores que se desvalorizam rapidamente, alugando é possível sempre mantê-los sem os altos gastos de infraestrutura.

5. Diversifique

Manter um só fornecedor pode significar preços mais altos e risco de faltar produto no estoque. Faça uma busca constante de outros produtores no mercado e avalie novas mercadorias, que possam substituir as que você já vende, a um custo menor.

6. Se una para ter preços melhores

A parceria com empresas concorrentes ou complementares para compras conjuntas permite diminuir o valor unitário do produto e dividir custos de logística. Portanto procure o representante do setor e veja se já existe associação para compras conjuntas.

Espero que estas dicas possam ajudar a vocês, abraços!

Para que serve essa tal contabilidade?

Sobre a contabilidade

A contabilidade é vista por muitos empreendedores como uma burocracia que nos ajuda a calcular o imposto de renda, porém ela é uma ferramenta das mais importantes para a boa gestão de uma empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte.

Em pesquisa recente o Sebrae apontou que 48,3% das empresas fecham suas portas em até três anos de existência, com certeza utilizando corretamente a contabilidade, o empreendedor extrairá uma série de informações importantes para, a tomada de decisão, o controle e o acompanhar as operações, fazendo se distanciar desta triste estática.

Vamos apresentar os principais relatórios financeiros gerados pela contabilidade, cada um deles analisa a companhia sob uma perspectiva diferente e dá uma visão importante e diferenciada sobre a sua saúde financeira.

Balanço Patrimonial (BP)

Mostra tudo que a empresa possui (Ativos = Bens e direitos) ou deve (Passivo = contas a pagar/empréstimos) e o quanto os sócios têm de direito (Patrimônio Líquido = Ativos – Passivos). Na prática podemos utilizar o BP para descobrir uma série de informações úteis, tais como:

  • Conseguirei pagar minhas dívidas com os ativos que possuo?
  • Tenho condições de distribuir lucro aos sócios (tirar dinheiro da companhia) sem que prejudique sua saúde financeira?
  • Quanto valem meus estoques?

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

Mostra o quanto a empresa teve de lucro ou prejuízo em um determinado período. Vale ressaltar que a DRE considera as receitas pelo regime de competência.

Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC)

Mostra a entrada e saída (fluxo) de dinheiro (caixa) da companhia. A DFC se divide em três fontes de geração de caixa:

  • Operacional (proveniente das transações da empresa): considera todo o montante recebido por pagamento de clientes (seja a vista ou pagamentos a prazo), todo o montante pago para realizar as operações da empresa;
  • Das atividades de financiamento: caixa (dinheiro) proveniente da aquisição de empréstimos ou pagamento deles;
  • Das atividades de investimento: caixa (dinheiro) recebido de venda de ativos imobilizados (máquinas, prédios, etc) e pagos na aquisição destes.

A DFC é importante para se entender quanto foi gerado em termos de caixa e a qualidade dessa geração de caixa. Por exemplo: é importante para uma empresa gerar caixa com suas operações, porém a geração de caixa por financiamentos implica no aumento do pagamento de juros futuros e por investimento significa uma diminuição dos seus bens de capital.

Como vimos, a contabilidade é uma ferramenta de fundamental importância para a gestão de um empreendimento, utilize bem o contador, o seu negócio agradece.

10 pontos mais importantes sobre finanças para pequenas empresas

Finanças para pequenas empresas

Seguem os 10 pontos mais importantes sobre finanças para pequenas empresas:

1- QUAIS SÃO SEUS ATIVOS?

Sim, sabemos que ativos são tudo aquilo que a empresa possui. Controlar a quantidade de equipamento, mobília, imóveis e outras posses deve ser tarefa fácil. Mas para ter uma idéia real do valor da empresa, também será necessário acompanhar as oscilações do valor desses bens. Não é incomum vermos pequenas empresas localizadas em imóveis que valem mais que o próprio negócio. (Será que todos temos esse problema?) Da mesma forma, também será uma boa prática verificar o declínio no valor (depreciação) de bens como computadores e móveis de escritório.

2- QUAIS SÃO SUAS OBRIGAÇÕES?

Mais uma vez, é uma tarefa aparentemente fácil — obrigação é que você deve. Mas suas dívidas nem sempre são óbvias como um boleto bancário. Impostos sobre a folha de pagamento são um tipo de obrigação que você pode adiar mensal ou trimestralmente, dependendo do tamanho da empresa. Empréstimos são uma obrigação clara, mas ao pagá-los é uma boa idéia controlar o quanto foi gasto no principal e nos juros.

3- QUAL É O CUSTO DE PRODUÇÃO DAQUILO QUE VOCÊ VENDE?

Se você estiver comprando um item pronto para revenda, essa é uma tarefa relativamente fácil. Fica mais complicado quando é preciso calcular todos os fatores, como mão-de-obra, que integram a fabricação de um produto.

4- QUANTO CUSTA VENDER?

Publicidade, marketing, mão-de-obra, estoque e a categoria genérica da sobrecarga — é útil saber quanto custa colocar um produto no mercado, bem como o custo de sua criação.

5- QUAL É A SUA MARGEM DE LUCRO BRUTO?

Este cálculo é feito dividindo-se o total de vendas pelo lucro bruto. Se a margem de lucro bruto permanecer consistente ou tender a subir, é provável que você esteja ajustando os preços adequadamente para refletir as mudanças entre o preço pago e o custo da venda ou produção.

A possibilidade de identificar uma margem em declínio permite que você ajuste seus preços ou custos. Na pior hipótese, é claro, o lucro bruto e a margem bruta desaparecem totalmente. Nesse caso, você será como a pessoa que perdeu dinheiro em todas as vendas, mas imaginou que pudesse compensar no volume. Não siga esse caminho.

6- COMO ANDA A RELAÇÃO ENTRE DÍVIDAS E ATIVOS?

Essa relação pode permitir que você conheça a quantidade de itens que existem na empresa e que pertencem à outra pessoa — seu financiador. Um aumento nessa relação pode ser um mau sinal — ele tanto pode ocorrer devido a uma grande expansão, como indicar que você está dando um passo maior que a perna.

7- QUAL É O VALOR DAS CONTAS A RECEBER?

Esse é o montante que outras pessoas devem a você. Valorize a capacidade de controlá-lo: se as contas a receber estiverem aumentando, isso pode ser um sinal de que o pessoal que está comprando de você está começando a tropeçar. E isso é especialmente verdadeiro se as contas a receber, como porcentual do total de vendas, estiverem aumentando.

8- QUAL É O TEMPO MÉDIO DE COBRANÇA DAS CONTAS A RECEBER?

Provavelmente, esta é uma das informações mais importantes para empresas em contenção de despesas, porque ela indica o tempo durante o qual você atuará como ‘banqueiro’ para seus devedores. Para calculá-lo, você precisará conhecer a média diária de vendas e dividi-la pelo número de contas a receber.

9- QUAL É O VALOR DAS CONTAS A PAGAR?

O outro lado das contas a receber. Um aumento nas contas a pagar pode simplesmente refletir uma política de alongamento do prazo de pagamento de contas, ou um número maior de compras. Mas um aumento não planejado ou gerenciado pode ser um aviso interno de que a estrutura financeira da empresa está enfraquecendo.

10- O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O ESTOQUE?

Algumas vezes, até mesmo no mundo do negócio just-in-time, é uma boa idéia montar um estoque robusto.

Se os preços dos itens que você vende ou usa na produção estiverem relativamente baixos, pode fazer sentido investir algum dinheiro no estoque. Eu mesmo gostaria de ter estocado um tanque cheio de óleo para aquecedor na última primavera, quando o preço estava em torno de US$1 por galão.

A capacidade de controlar o estoque e de saber quanto tempo ele demora para ser vendido ou transformado permite identificar se o negócio está crescendo ou minguando. Essa capacidade também indica o valor que poderia ser usado em outros pagamentos e investimentos e que está atrelado a esses bens improdutivos.

O controle desses dez importantes fatores e o acompanhamento do fluxo de caixa são essenciais para a saúde da empresa; por isso, não tenha medo de procurar ajuda junto a profissionais e fornecedores de serviços.

Como escolher um escritório de contabilidade pós SPED

Nessa seara encontra-se o empresário que desconhece o tema. Em especial para essas pessoas a orientação é uma só: agendar uma reunião com seu contador e solicitar esclarecimentos sobre como o SPED pode impactar sua empresa. E para aqueles que já ouviram falar do projeto, mas ainda não deram a devida importância, a indicação é a mesma.

“Atenção senhor Empresário: o SPED em sua empresa é uma realidade. Para implantá-lo você precisa se adequar e contar com profissionais capacitados a fim de assessorá-lo. Daí a importância de não abrir mão de um especialista.” Especialista é um termo bem apropriado para o profissional contábil diante de um novo projeto capaz de impactar os negócios dos seus clientes.

O SPED é uma mudança imposta e que necessita ser implantada nas empresas. Num primeiro momento, o empresário pode relutar por essa imposição, como também sobre seus benefícios, custos; mas o dia a dia mostrará que – com as ferramentas certas e orientação adequada – a sua empresa só tende a ganhar em competitividade e estruturação. Todos vão sair ganhando e o País também.

A partir do projeto de emissão da nota fiscal eletrônica, o governo começou uma revolução no tratamento das informações fisco-contábil no Brasil. Gradativamente, o SPED vem envolvendo ano a ano empresas de diferentes segmentos e portes.

Hoje, os escritórios de contabilidade estão diante de um dilema: o quanto estão preparados para auxiliar os empresários na gestão de suas empresas frente à realidade do SPED. Neste sentido, profissionais do segmento contábil estão passando por reformulações gigantescas. São obrigados a trocar o motor com o avião voando, tendo que mudar processos, investir em tecnologia, em treinamento, consultoria e formação de mão de obra.

A visão retrógrada do guarda livro ou do contador “um mal necessário” ficou para trás. Não há mais espaço para erros, apostas e meio conhecimento, o grande desafio é que estes escritórios contábeis se tornaram responsáveis pelo sucesso de cada cliente. Por isso, no caso do contador não dispor do conhecimento necessário para colocar em prática o projeto SPED, estará colocando em Risco o negócio do seu cliente.

Com o SPED, erros que não eram detectados, ou levavam anos para gerar algum tipo de problema para a empresa, são casos do passado. Agora, além das pesadas multas impostas ao contribuinte, os riscos se tornaram quase instantâneos. Como exemplo, em alguns Estados não é mais possível fazer vendas para empresas com problemas fiscais.

O SPED envolve elos importantes, como o sistema informatizado de gestão utilizado para a emissão de notas fiscais e demais operações da empresa. Há empresas de sistemas de gestão colocando todas as responsabilidades do projeto nas mãos do contador. É um equívoco e mostra o grau de imaturidade das empresas de software diante do SPED. O empresário, o responsável pelo software de gestão e o contador precisam estar em sintonia para garantir que as informações geradas não coloquem em Risco a empresa.

Honorário com Preço mais baixo é simples armadilha. Os Serviços pós SPED exigem investimentos, especialização, atenção e maior proximidade do escritório contábil com o negócio do cliente.

A Capital Social Contabilidade e Gestão está preparada para apoiar sua empresa nesta nova era das informações digitais. Conte conosco!