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Como fazer a projeção do fluxo de caixa?

O ano velho já se foi e, agora, é preciso já começar a fazer a projeção das movimentações financeiras deste novo ano que se iniciou. Além de conferir se todas as contas foram pagas e todos os valores a receber depositados em conta, é preciso adequar o planejamento estratégico da organização às atividades a serem desempenhadas pelo setor financeiro da empresa. Afinal, a visão de futuro deve ser um norte não somente para que se saiba aonde a organização deseja chegar, mas para que ela possa se estruturar para fazer isso.

Pensando nesta questão, desenvolvemos para você este post que trata sobre como fazer a projeção do fluxo de caixa. Leia e saiba mais!

O que é preciso ter para realizar a projeção do fluxo de caixa?

O registro de todas as informações que entram e saem da empresa, referentes ao fluxo de caixa, deve ser tarefa rotineira em uma organização. Quando realizado adequadamente, é possível ter dados relevantes sobre cada um dos momentos vividos pela instituição e, com isso, fazer análises fundamentais para projetar o ano vindouro. De posse destas informações, a tomada de decisões será muito mais acertada.

Antigamente, os profissionais usavam planilhas de Excel para fazer tal controle, pois com elas é possível saber como andam as finanças. Mas o fluxo de caixa feito desta forma fica mais propenso às falhas. Por isso, muitas empresas substituíram este tipo de documento por softwares de gestão financeira, que oferecem maior precisão às atividades.

Uma empresa especializada em prestações de serviço de contabilidade e apoio à gestão também oferece um importante apoio na hora de realizar seu fluxo de caixa, pois os profissionais que nela atuam são capacitados para instruir os colaboradores na aplicação das melhores técnicas, e os gestores, na leitura e análise dos dados obtidos.

Como fazer a projeção do fluxo de caixa?

Para fazer um fluxo de caixa da maneira correta, é preciso que os profissionais responsáveis por esta ação sejam dedicados com a atividade. Isso porque ela precisa ser feita diariamente e da maneira correta, para que o trabalho tenha validade.

O primeiro passo para fazê-lo é criar categorias para as saídas de dinheiro. Elas podem ser feitas por setores, por fornecedores, por projetos, etc. Crie uma regra simplificada, de forma que a leitura dos dados promova um rápido entendimento.

Para os pagamentos com despesas, vale a mesma dica. Sugerimos que sejam categorizados como administrativas, comerciais e outras saídas (coloque aqui empréstimos, amortizações, tributos, etc.). Não se esqueça também das entradas, que são normalmente frutos das vendas. Ativos e outros aportes também deverão constar neste quesito.
Feitas os lançamentos do dia, calcule as entradas menos as saídas, pegue o resultado e some ao saldo inicial. Para que você tenha certeza de que seu fluxo de caixa está correto, este valor deverá ser exatamente como aquele que está no banco.

Como as pessoas tem comprado muito a prazo por meio dos cartões de crédito, é possível realizar as projeções de acordo com as datas previstas para lançamento em conta corrente. Isso vale também para as contas a pagar.

Realizar a projeção do fluxo de caixa ajudará os empresários a ter total controle sobre a gestão financeira da empresa. Por meio dele, é possível saber quais os passos que deverão ser dados em direção ao sucesso do negócio. Aproveite já tudo o que você acabou de aprender neste post e comece logo a fazer suas projeções para 2015! Ou, se ainda tem dúvidas, não perca tempo e deixe um comentário!

3 obrigações do contador no fim do ano

Conheça quais são as 3 obrigações do contador no fim do ano

Já estamos nos últimos dias do ano, mas apesar do clima de festa, não podemos nos esquecer de que esse é um momento muito delicado para as organizações. Encerrar o exercício social é uma tarefa obrigatória para as empresas, que devem aproveitar a ocasião para realizar o planejamento financeiro e rever a sua situação patrimonial. A integração com a contabilidade se torna ainda mais intensa, já que esse é o setor responsável por apresentar todas as demonstrações contábeis e financeiras
Acontece que nem sempre os empresários sabem exatamente quais são todas as suas responsabilidades nesse período e, embora a responsabilidade pela execução dessas tarefas seja da contabilidade, é fundamental saber exatamente o que deve ser feito para monitorar o serviço e avaliar a sua qualidade. Pensando nisso, resolvemos abordar nesse post as três principais obrigações dos contadores no fim do ano. Vamos conferir cada uma delas?

Demonstrativos financeiros do exercício

O encerramento dos demonstrativos financeiros do exercício talvez seja uma das maiores responsabilidades da contabilidade nesse período, pois, além de fornecerem informações valiosas para que o empreendedor realize o seu planejamento financeiro — ou, também, o estratégico — serve para que a empresa apresente relatórios para o fisco e fique em dia com os seus tributos.

Dentre os demonstrativos, podemos destacar como principais o Balanço Patrimonial, o Demonstrativo de fluxos de caixa, o demonstrativo de lucros e prejuízos e, finalmente, a declaração de ganhos retidos. A atualização dos livros contábeis, como o Razão e o Diário, também são essenciais e, em alguns casos, obrigatória por lei. Portanto, verifique com o seu contador quais são as prioridades nessas demonstrações.

Cálculo e pagamento do décimo terceiro

A contabilidade deve participar ativamente do processo de pagamento do décimo terceiro salário, pois, além dos cálculos serem muitas vezes complicados para o empreendedor — se tornando mais difíceis à medida que a empresa cresce — existem uma série de outras obrigações acessórias que devem ser atendidas para que a organização fique em dia com o Fisco.

Embora essa seja considerada uma responsabilidade de fim de ano, é fundamental que o contador elabore todos os cálculos das despesas com décimo terceiro previamente, para que a empresa tenha dados suficientes para planejar suas finanças e sua organização interna — avaliando, por exemplo, a possibilidade de novas contratações ou de aumentos de salários para funcionários.

Planejamento estratégico

Por fim, a contabilidade é uma peça-chave na elaboração do planejamento estratégico de um empreendimento, devendo sempre estar disponível para fornecer informações para o empreendedor durante esse período. Dentre essas informações, estão, por exemplo, a determinação do modelo de tributação que será escolhido para o próximo exercício social (Simples, lucro real ou lucro presumido, por exemplo), ou a situação patrimonial.

Não devemos nos esquecer de que cada novo passo dado por uma organização pode representar uma série de despesas que normalmente passam despercebidas, como os encargos tributários. Estar ciente do cenário completo pode fazer com que a empresa tome decisões mais acuradas e, consequentemente, tenha muito mais chances de conseguir êxito nas suas investidas.

Gostou das nossas dicas? Confira muitas outras no nosso blog! E caso ainda tenha dúvidas, deixe um comentário!

4 razões para ter um contador na sua empresa

Empreender significa lidar com uma série de novas responsabilidades, e a principal delas é a financeira. Além de dominar as contas e o patrimônio empresarial, o gestor precisa se certificar de que todas as demonstrações contábeis estão sendo elaboradas de forma fidedigna, já que a apresentação de contas para o Fisco é fundamental para evitar quaisquer problemas. Tudo isso se soma ao fato de que a legislação tributária é extremamente complexa, tornando o pagamento de quaisquer impostos ou taxas um verdadeiro desafio.

A sorte dos empreendedores é que eles podem contar com profissionais extremamente qualificados para lidar com todas essas questões. Atualmente, os contadores exercem funções que vão muito além das meras atividades burocráticas, servindo como verdadeiros aliados durante todo o planejamento estratégico de um negócio. Além de determinarem o melhor modelo de tributação, muitas vezes são esses os profissionais que avaliam a saúde financeira da empresa. Nesse post, você vai conferir as 4 principais razões para ter um contador na sua empresa.

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O que você precisa saber antes de expandir seu negócio para a web

Se você é um empresário de sucesso, que possui lojas físicas e está querendo expandir seu negócio, mas ainda não sabe como, este post foi feito para você! Um mercado que não para de crescer e que recebe bem qualquer tipo de segmento é a web. Investir em uma loja virtual é extremamente rentável, pois os custos são menores e a visibilidade muito maior. Se você gostou da ideia de ter uma e-commerce, fique por dentro de tudo o que você precisa saber sobre os impostos antes de expandir seu negócio para a web lendo o texto abaixo!

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Contabilidade do Terceiro Setor: o que muda com a entrada do SPED, ECD e o EFD?

É inegável que o crescente uso da tecnologia, principalmente da internet, alterou a realidade de toda a sociedade. Cabe ressaltar que a partir dela ocorreram transformações significativas na forma como as empresas de todos os setores produtivos passaram a atuar para acompanhar o avanço tecnológico e otimizar suas operações cotidianas. Acompanhando tais mudanças o Governo Federal brasileiro anunciou, em 2007, a instituição do Sistema Público de Escrituração Digital, o SPED, como parte do Programa de Aceleração do Crescimento. Cabe dizer que ficar por dentro dessas mudanças é fundamental para a saúde contábil da sua empresa. Confira nosso post e fique por dentro das principais informações:

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Você sabe o que é a Responsabilidade Tributária dos Sócios?

Sabe qual é a responsabilidade tributária de um sócio?

A sua empresa é contribuinte e responsável ela mesma pelo pagamento dos próprios tributos, certo?

A regra é clara: capital da empresa não se mistura com o patrimônio pessoal do empresário.

Só que existe um porém nessa história: sócios e/ou administradores podem ter que liquidar dívidas tributárias do próprio bolso. A empresa permanecerá como contribuinte, mas o responsável pela dívida será uma terceira pessoa, que pode ser o sócio.

A seguir vamos explicar como e quando isso pode acontecer.

Contribuinte x Responsável Tributário

Entender a diferença entre contribuinte e responsável tributário é essencial para compreender nosso tema. Contribuinte é quem pratica diretamente a atividade geradora do tributo, no caso a empresa que produz e paga impostos sobre isso.

Já o responsável é quem, mesmo não realizando o fato gerador, tem obrigação de pagá-los (pode ser os sócios da empresa, administradores ou uma terceira pessoa). Responsável tributário e contribuinte não são, necessariamente, a mesma pessoa. Guarde essa informação!

Os limites impostos pela lei

Você deve estar se perguntando: quando o sócio vira responsável pelas dívidas da empresa com o Fisco? Os artigos 134 e 135 do Código Tributário Nacional (CNT), abrem a brecha para que os sócios respondam pelas dívidas tributárias e também impõem os limites.

No artigo 134, fica claro que a dívida vai ser cobrada do responsável tributário se a empresa (contribuinte) não tiver condições de arcar com tais débitos, e isso é comprovado através das informações e relatórios gerados pela contabilidade.

Isso quer dizer que para alguém botar o patrimônio pessoal na roda é preciso ficar comprovado que a empresa não tem capital ou bens para sanar as dívidas. A responsabilidade tributária pode atingir não somente os sócios, mas administradores, diretores, gerentes ou representantes da empresa.

Os casos de fraude

Como assim até o administrador? Se você acha injusto, imagine esta situação: um diretor, sócio ou não da empresa, frauda as contas, engana a Receita Federal e faz algum desvio para o próprio bolso.

Ou comete uma fraude fiscal para aumentar o lucro da empresa, sem que os sócios tomem conhecimento. Seria justo que a empresa, quando descoberta, pagasse por isso? Não. Então ela permanece como contribuinte, mas dessa vez não vai ser a responsável tributária.

O artigo seguinte (Art. 135, CTN) trata desse assunto. Caso haja violação da lei ou atitudes em desacordo com o contrato social ou estatuto da empresa, o sócio ou administrador também será responsabilizado e de forma direta, nem precisa provar a incapacidade da empresa de pagar a dívida. Ou seja, não pagar imposto é grave, mas fraudar é gravíssimo.

Há uma longa discussão sobre o assunto, pois ultimamente as decisões mais recentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – que lança as diretrizes sobre como a lei deve ser entendida – estão cada vez mais tendentes à responsabilização dos sócios pelas dívidas fiscais.

Um dos argumentos é que a própria sonegação da empresa já constituiria fraude e podem lançar mão do Artigo 135.

Portanto, é bom ficar de olho em tudo que se passa na empresa e andar em conformidade com a lei. Se restou alguma dúvida, fique a vontade para deixar um comentário abaixo. Faremos o possível para ajudar nessas questões.

O que é EFD-IRPJ?

A partir de 2014, as empresas contam com nova obrigação instituída pelo SPED, a Escrituração Fiscal Digital do Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas – EFD-IRPJ.

O SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) vem estabelecendo novas obrigações fiscais às empresas. A partir de janeiro de 2014, todas as empresas que são tributadas pelo lucro real, lucro presumido, lucro arbitrado ou ainda empresas imunes ou isentas, são obrigadas a Escrituração Fiscal Digital do Imposto de Renda (EFD-IRPJ).

Mas o que isso significa, na prática?

A EFD-IRPJ causará a extinção da DIPJ (Declaração de Informações Econômico Fiscais da Pessoa Jurídica) e da escrituração do Lalur (Livro de Apuração do Lucro Real).

O principal objetivo da EFD-IRPJ é controlar o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas tributadas nas formas especificadas, além de sistematizar os registros relativos às fichas de informações econômicas e gerais da DIPJ. A EFD-IRPJ também pretende uniformizar as obrigações acessórias aos contribuintes, além de determinar uma única transmissão dessas obrigações aos diferentes órgãos responsáveis pela fiscalização.

Por fim, a EFD-IRPJ pretende tornar eficiente e rápida a identificação de ilícitos tributários, com a melhoria do controle dos processos, a rapidez no acesso às informações e a fiscalização.

Como funciona a EFD-IRPJ?

Criada pela Instrução Normativa da Receita Federal n.º 1353, de abril de 2013, a EFD-IRPJ deverá conter todas as informações acerca das operações que influenciam, direta ou indiretamente, de maneira imediata ou futura, a composição da base de cálculo e o valor do IRPJ e CSLL devidos.

As informações da EFD-IRPJ deverão ser entregues até o último dia útil do mês de junho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira. Importante destacar que, nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a EFD-IRPJ deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras, até o último dia útil do mês subsequente ao do evento.

E quem não cumprir a norma?

O não cumprimento das obrigações determinadas pela apresentação da EFD-IRPJ nos prazos determinados pela Instrução Normativa poderá acarretar na aplicação de multas no valor de R$ 500 por mês, quando a pessoa jurídica for tributada pelo lucro presumido no ano-calendário anterior. A multa vai a R$ 1.500 por mês quando a pessoa jurídica for tributada pelo lucro real ou arbitrado no ano-calendário anterior. Portanto, as empresas devem se adequar o quanto antes à Escrituração Fiscal Digital do Imposto de Renda.

Sua empresa já se adaptou à nova norma? Compartilhe sua experiência nos comentário ou mande e-mail para contato@capitalsocial.cnt.br!

 

Como a transparência ajuda na captação de recursos do terceiro setor

Como a transparência pode ajudar na captação de recursos para o terceiro setor

No setor privado, o pagamento de percentual sobre os valores captados, além da distribuição de lucros, atua como uma espécie de motivador profissional. Porém, no terceiro setor não há a distribuição de lucros (já que na prática eles não existem) e é raro o pagamento de bônus ou comissão.

E isto nos leva a questões básicas sobre o trabalho de captação de recursos no terceiro setor, como a ética e a transparência, fatores importantes para o sucesso e a credibilidade de uma ONG. Uma entidade sem fins lucrativos, que tem interesse público, precisa ser de transparência total. Isso porque faz parte de seu objetivo divulgar os resultados e dessa forma disseminar os ensinamentos para as outras organizações.

Por que é importante ser transparente com as contas da ONG?

Existem muitas particularidades entre o terceiro setor e o setor privado, como por exemplo, a cultura e as práticas. Enquanto no no setor privado a informação é secreta e fonte de seu poder, no terceiro setor (a das organizações sem fins lucrativos) a informação precisa ser pública e deve ser dividida com as outras organizações. Como as ONGs recebem doações para cumprir a finalidade das quais elas se propõem, logo, é necessário comprovar que o dinheiro está trazendo resultado.

É preciso mostrar de maneira clara para os doadores e para a sociedade não somente de onde vieram tais recursos, mas também como este recurso foi aplicado e qual o benefício social que foi gerado. A ausência de transparência acaba sendo um dos maiores obstáculos para o aumento da captação de recursos para as causas sociais, já que ao não saber como os recursos foram usados, os doadores não se sentem mais estimulado para efetuar mais doações.

Portanto, a transparência não quer dizer somente a apresentação de relatórios financeiros e sim, a fidelização do doador, além do comprometimento e a total responsabilidade na gestão dos recursos. Afinal, quando o doador e o seu receptor criam juntos os recursos, o resultado certamente é o principal benefício social.

Fidelizar doadores é um processo lento, mas integra parte do desenvolvimento da instituição e cria inestimáveis patrimônios, como a sustentabilidade da entidade em longo prazo. Tudo isso compreende os valores e os princípios éticos que compõem este terceiro setor sem fins lucrativos e de interesse geral e da sociedade.

Você tem alguma dúvida sobre como a transparência pode ajudar na captação de recursos? Mande suas perguntas para contato@capitalsocial.cnt.br! Nós ficaremos felizes em ajudá-lo!

 

Demonstrações contábeis: importância, quem usa e para que usar

As demonstrações contábeis são essenciais para que uma organização financeira, sócios da empresa ou um novo investidor possa tomar suas decisões.

É através dela que é possível, por exemplo, conseguir financiamentos bancários, pois é ela que mostra se a empresa pode ou não arcar com a dívida proposta ou analisar se os seus investimentos estão surtindo efeito, ou até mesmo avaliar o montante de seus gastos e custos estão condizentes com o retorno da empresa.

De uma maneira geral, podemos falar que as demonstrações contábeis são as principais informantes da saúde de uma organização e ela é composta por:

– Um Balanço do Patrimonial, que é um resumo dos diretos e deveres da empresa;
– Relatório de apuração dos lucros e/ou prejuízos acumulados;
– Demonstração do Resultado do Exercício;
– Demonstração do Fluxo de Caixa;
– Demonstração do Valor Adicionado, quando se tratar de companhia aberta;
– Demonstração do valor correspondente à mutação do patrimônio líquido da empresa;
– Notas Explicativas e quadros analíticos ou qualquer outra coisa que possa servir para ilustrar a situação patrimonial.
As chamadas notas explicativas tem a função de constar todas as informações relativas ao principio contábil aplicados, bem como informações adicionais que se façam necessárias para uma boa análise e interpretação dos números.

O Balanço Patrimonial é dividido em passivo, ativo e patrimônio líquido.

O ativo é referente aos bens e direitos da organização. Neles entram os investimentos, os valores a receber, o valor que existe em estoque, caixa, banco, entre outros.

Já o passivo são as obrigações com o fisco, com as instituições bancárias e terceiros. O Patrimônio Líquido, nada mais é do que os recursos próprios da entidade, ou suas obrigações perante aos sócios, ou seja, é o resultado entre o passivo e o ativo.

A demonstração de lucros ou prejuízos fornece o saldo do início do ano e todos os ajustes que foram necessários como, por exemplo, uma correção de saldo, as transferências que foram feitas para a reserva e também o lucro obtido.

Já a demonstração do resultado do exercício mostra as receitas brutas de tudo que foi vendido ou recebido através da prestação de serviço, além dos abatimentos das despesas/custos e dos impostos pagos.

Resumidamente é a demonstração contábil que vai proporcionar um verdadeiro RAIO X financeiro de sua empresa e com isso, possibilitar que novas portas sejam abertas, novos investimentos sejam feitos ou, quando necessários, ajustes e alterações na condução dos negócios sejam realizados.

Ter as Demonstrações Contábeis é obrigatório, de acordo com o Código Civil. E isso independente do tipo de tributação de sua empresa.

Ela será feita pelo escritório de contabilidade contratado e, através dela, será possível saber como melhorar os resultados visando o crescimento dos negócios.

Você tem outras dúvidas sobre demonstrações contábeis? Compartilhe sua dúvida nos comentários ou por e-mail contato@capitalsocial.cnt.br que poderemos ajudá-lo!

 

Cuidados que todas as empresas precisam ter para evitar multas

Cuidar da gestão contábil e fiscal: esse é o ponto principal que toda empresa precisa ter quando o assunto é reduzir impostos, dentro da legalidade, e escapar do risco da incidência de multas – verdadeiras armadilhas criadas por erros e falta de informação adequada. Afinal, diferente do leão da foto, o leão do imposto não é um brinquedo.

Compartilho com vocês, empresários e empreendedores, algumas informações relacionadas a esse mundo contábil e fiscal, uma vez que hoje, em função do desenvolvimento tecnológico, o fisco já conhece as operações da empresa. Portanto, é preciso ficar atento: erros nas declarações e/ou na emissão de nota fiscal são facilmente detectados por conta do cruzamento das informações.

Adesão ao sistema digital

A arrecadação de impostos federais bate um recorde atrás do outro. Com a informatização, tem sido cada vez mais fácil para o fisco checar dados e cruzar informações entre as receitas federais e estaduais para encontrar falhas pequenas, mas que rendem multas altas.

Um dos problemas mais comuns é a desinformação sobre o Sistema Público de Escrituração Digital, o Sped. Com este sistema, o governo tem todos os detalhes das negociações envolvendo a empresa e, se encontrar alguma informação incoerente, pode agir na mesma hora, aplicando multas muitas vezes bem severas.

Guarde bem os arquivos digitais da sua empresa

As empresas obrigadas a emitir Nota Fiscal Eletrônica precisam enviar uma cópia da para o cliente, mas também tem de guardar todos os arquivos digitais e devidamente validados em formato XML. Caso uma fiscalização ocorra, os documentos em papel não terão valor algum para este novo mundo das informações digitais.

As informações constantes da NF-e precisam estar totalmente corretas, mesmo que este documento reúna mais de 200 campos de preenchimento. Pequenas divergências geram multas, principalmente quanto àquelas informações armazenadas nos órgãos oficiais. Caracteres trocados e divergências de informação quanto ao endereço, são erros simples ou até inocentes, mas que poderão gerar gastos imprevistos.

Diferenças entre NF-e e Danfe

A Danfe (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é um certificado válido apenas para transporte de mercadorias e não equivale à Nota Fiscal. Precisa ser guardado apenas pelas empresas que ainda não estão participando da NF-e. Vale lembrar que o valor da operação pode ser o mesmo da multa aplicada se o total da NF-e for menor do que o total do Danfe, pois este tipo de prática é caracterizada como sonegação de impostos.

Escritório de contabilidade: um aliado no cumprimento das obrigações perante o fisco e na gestão da empresa

Apresentar as informações previstas e no tempo adequado são exigências do fisco, que vem apertando o cerco a cada ano que passa. Fique atento aos prazos determinados pelo Sped Fiscal, Sped Contribuições, Sped Contábil e ao E-Social. O atraso no envio das informações solicitadas pelo governo ou possíveis erros contidos nas declarações costumam gerar aquela desagradável “arrecadação a mais”.

É sempre bom contar com um escritório de contabilidade ágil e competente para melhorar os resultados da empresa. Cuide da gestão do seu negócio, livre-se de perdas e alcance voos melhores e mais altos.

Sua empresa ainda não está com todos os documentos e processos em dia? Conte para nós (contato@capitalsocial.cnt.br) quais os principais desafios que vocês enfrentam!